Recomendamos a leitura atenta e filtrada do artigo do Dr. Edemundo Dias Filho, disponível em: https://www.opopular.com.br/noticias/opiniao/opini%C3%A3o-1.146391/ideologiza%C3%A7%C3%A3o-da-vacina-1.2167163
Este blogue aborda questões de fé, cultura, filosofia e de política.
Recomendamos a leitura atenta e filtrada do artigo do Dr. Edemundo Dias Filho, disponível em: https://www.opopular.com.br/noticias/opiniao/opini%C3%A3o-1.146391/ideologiza%C3%A7%C3%A3o-da-vacina-1.2167163
Um internauta escreveu-nos indignado, dizendo ser simultaneamente anti-vacinação e médico. Reproduzimos aqui a sua mensagem: "Se já se vacinou porque teme ser infetado por quem não se vacinou? Qual é o risco? Não confia na vacina? A vacina não lhe dá anti-corpos? No mais, você estará agindo como Hitler. Sou formado em medicina. A conversa acaba aqui."
Olhem quem tem tiques de ditador! Escusado será dizer que este internauta, que de médico pouco ou nada tem, não sabe como funciona e para que serve uma vacina. Não sabe que não existem vacinas 100% infalíveis/eficazes e que estas não são feitas tanto para impedirem novos contágios, mas principalmente para minimizarem os estragos, isto é, para reduzirem, ao máximo, os casos de eventuais complicações (doença grave ou mesmo morte) oriundas dos contágios. É necessário que todos, mesmo os que dentre nós já foram vacinados, continuemos a cumprir as regras anti-Covid.
Se não acreditássemos piamente em Deus e na sua obra redentora, diríamos que a humanidade estaria fadada à completa perdição. Somos, e sempre seremos, ardentes defensores da liberdade individual e, como tal, compreendemos que ninguém pode ser obrigado a tomar uma vacina caso não o deseje. No entanto, quem rejeita ser vacinado tem que arcar com as consequências dessa sua decisão, que se quer consciente e devidamente informada, pelo que teorias da conspiração não servem. Nestes tempos especialmente conturbados, urge relembrar que não há direitos sem deveres e que liberdade não é sinónimo de libertinagem. Somos responsáveis uns pelos outros, portanto, deve imperar, acima de tudo, a solidariedade e não os caprichos individuais travestidos de liberdade individual. Se é certo que ninguém pode ser obrigado a injetar uma substância estranha no seu corpo, também é igualmente certo que ninguém pode colocar a vida de terceiros em risco por recusar ser vacinado.
Após os incidentes com meia dúzia de negacionistas, o "Capitão Iglo", como é "carinhosamente" apelidado pelos neófi...