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sábado, 21 de agosto de 2021

Educação e responsabilidade política

    Nesta nossa jornada, à procura de cultivo intelectual e humano, temos estado a tentar adentrar no riquíssimo pensamento de um dos maiores vultos da Teologia da Libertação, a saber, Giulio Girardi. Assim sendo, gostaríamos de partilhar, com todos os nossos prezados leitores, uma frase que nos tocou de forma especial: "a educação não (deve estar) reduzida a formar pessoas competentes e honestas na sua vida quotidiana, mas também comprometidas politicamente e capazes de analisar, criticar e assumir compromissos políticos concretos." Tradução livre a partir de: Benito Fernández Fernández | Oscar Jara Holliday (editores), Giulio Girardi y la refundación de la esperanza: Desafíos de una Educación Popular Liberadora frente a la Globalización Neoliberal, Lima (Peru), CEAAL, 2013, p.20.

 



sábado, 24 de julho de 2021

Somente o Evangelho da Graça!

    A sociedade padece com o excesso de religião e de ideologias. Sejamos humanos, inteiramente humanos, para podermos ser divinos. Imitemos, numa fidelidade criativa, o exemplo de Jesus, o Deus feito carne, e saboreemos, pois, a verdadeira liberdade que somente o Evangelho da Graça nos traz!



Há verdadeiro progresso social sem Deus? (4ª parte)

    Retomamos, uma vez mais, o pensamento do mestre suíço: "A humanidade em contínuo crescimento poderá enfrentar os sucessivos problemas quotidianos? Mesmo que não seja um triste profeta da desgraça ou um derrotista perspicaz sentir-se-á forçado a concluir que a nossa atual sociedade de progresso corre um perigo de auto-destruição – lenta ou brutal. O mito moderno do progresso surge ele próprio desmistificado. O progresso também perdeu a sua função paradigmática incontestada."

Hans Küng, O Cristianismo: Essência e História, Círculo de Leitores, Lisboa, 2016, p.706.

 


 

quinta-feira, 22 de julho de 2021

quarta-feira, 21 de julho de 2021

Há verdadeiro progresso social sem Deus? (1ª parte)

    Como tão bem escreveu o mestre Küng: "Na realidade, o progresso eterno, todo-poderoso, universalmente válido, esse grande deus da modernidade, com a suas leis rigorosas (...) revelou o seu duplo rosto fatal. A fé no progresso perdeu a credibilidade."         

  Hans Küng, O Cristianismo: Essência e História, Círculo de Leitores, Lisboa, 2016, p.706, com supressões. 


  

Quem paga a segurança privada do Sr. Vice-Almirante?

     Após os incidentes com meia dúzia de negacionistas, o "Capitão Iglo", como é "carinhosamente" apelidado pelos neófi...